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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

EM SÃO LUIS DO MARANHÃO NÃO DEIXE DE CONHECER...



4. Fonte do Bispo

Século XII elemento de notável mérito histórico, tem seu nome originado em fato público de 1699, onde por divergência entreo o Bispo D. Frei Timóteo do Sacramento e o Governador do Pará, representado pelo Ouvidor Geral Mateus Dias da Costa, foi decretada a prisão domiciliar para o Bispo, em seu palácio, e este, sem poder receber visitas e renovar os meios de sobrevivência alimentar, rompeu o cerco e,de vasilha em punho foi apanhar água nessa fonte próxima à sua residência. Deu-se então o nome de Fonte do Bispo a essa nascente, que foi construída em pedra jacaré e tem sua porta revestida de cantaria. Sitiado em seu palácio, por ordem do governo da Provincia O Bispo D. Timóteo do Sacramento nela se abastecia.

Endereço: Rua do Bispo, Centro



5. Praça Gonçalves Dias

Localizada no fim da Rua Rio Branco, a Praça Gonçalves Dias fica situada num terreno pertencente à Ordem de São Francisco. Conhecida também como Largo dos Amores ou dos Remédios, ela abriga o monumento do poeta romântico Gonçalves Dias, que teve sua pedra fundamental lançada em 1872 e foi inaugurado em 1873.

Em volta da praça, é possível observar belos sobrados e a Igreja dos Remédios, com suas linhas góticas. É de lá, ainda, que se tem a vista de pôr-do-sol mais bonita na Baía de São Marcos.

Endereço: Praça Gonçalves Dias.



6. Igreja da Sé

É a catedral do Estado e seu altar-mor é tombado pelo Patrimônio Histórico. Foi construída pelos jesuítas no ano de 1762 em homenagem a Nossa Senhora da Vitória que, de acordo com a história, a Santa apareceu, na Batalha de Guaxenduba, para proteger os portugueses, que estavam em minoria, e lutavam para expulsar os franceses das terras maranhenses. Seu altar-mor é talhado em ouro

Endereço: Praça Dom Pedro II, Praia Grande.


7. Museu Histórico e Artístico do Maranhão

O Museu Histórico e Artístico do Maranhão - MHAM, instalado na rua do Sol, nº 302, Centro, foi inaugurado em 1973. O local onde se encontra foi construído em 1836 para servir de moradia a família Gomes da Silva. O acervo do museu é constituído de peças dos séculos XIX e XX, como porcelanas, quadros e mobílias.

O circuito permanente reconstitui alguns ambientes de uma casa de época, na transição dos séculos XIX e XX, onde as peças são mostradas de forma didática, de modo que o público possa ver o acervo contextualizado dentro dos usos e costumes de um período histórico. O MHAM dispõe de completo sistema de informatização, teatro e galerias climatizados. Funciona das terças às sextas, das 9:00 às 19:00 horas.

Endereço: Rua do Sol 302, Centro.


8. Teatro Artur Azevedo

Segundo teatro mais antigo do Brasil, foi fundado com o nome de Teatro da União por dois comerciantes portugueses em 1817. No projeto original, o teatro se estenderia até o Largo do Carmo, mas acabou reduzido por um veto da Igreja. Baseado no chamado teatro de plateia italiano, em formato ferradura, apenas em 1922 ganhou o nome atual. Funcionou como cinema entre 1940 e 1966 e, abandonado, acabou em ruínas. Em 1989, quando apenas a fachada original ainda resistia, foi demolido e reconstruído de acordo como o projeto original. Atualmente tem capacidade para 750 espectadores, distribuídos por quatro andares. Os espetáculos são gravados por um circuito profissional de vídeo instalado no teatro e retransmitidos pela TV Senado.

Endereço: Rua do Sol 180, Centro.



9. Igreja do Carmo

À Igreja e ao Convento de Nossa Senhora do Carmo ligam-se diversos episódios da história maranhense, sendo o principal deles, o da expulsão dos holandeses, em 1643. Batidos no interior, os prepostos de Nassau pretendiam organizar a resistência em São Luís, mas tiveram no Convento do Carmo a inexpugnável fortaleza donde partiram decisivos bombardeios contra o Forte de São Filipe e onde os combatentes portugueses e os nativos encontraram abrigo, sustento, armas e munições. Ferido em combate, aí faleceu o bravo Antônio Muniz Barreiros Filho, ex-capitão-mor do Maranhão. Mas a firmeza dos carmelitas, sua assistência aos feridos, seu conforto espiritual e suas palavras de encorajamento muito contribuíram para que o líder morto tivesse no sargento-mor Antônio Teixeira de Melo o indispensável sucessor no comando de uma campanha, em que houve muita determinação e bravura. Os atuais Convento e Igreja do Carmo têm muito pouco da construção original, a começar pela fachada que, tudo indica, não ser a primitiva e que revestiram de azulejos em 1866.O convento, principalmente, sofreu modificações descaracterizadoras que lhe impuseram seus novos ocupantes e proprietários, os capuchinhos. Por exigências do plano urbanístico em execução, a Igreja e o Convento do Carmo sofreram diversas modificações, como o corte das sapatas e do calçadão saliente que davam para a Rua da Paz. Essa demolição, prevista desde 1902, foi realizada em 1932. De data posterior é a redução do adro, cuja escadaria fronteira foi substituída pelas laterais.

Endereço: Praça João Lisboa, Centro.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Lençóis Maranhenses




O Parque Nacional dos Lençois Maranhenses possui uma beleza ímpar que vale a pena conhecer e caminhar por suas areias brancas interagindo com a natureza.
Criado em 02 de Junho de 1981, com área de 155 mil hectares, o parque atrai turistas do mundo inteiro. Localiza-se no nordeste do estado do Maranhão ocupando uma área de270 Kms de dunas que se formam conforme a combinação dos ventos.



A cidade mais próxima é Barreirinhas e os povoados são o de Vassouras, Atins, Mandacaru e Caburé, onde é possível ver o bailado de grupos de mergulhões cinzentos de bico avermelhados e de grupos de garças, além das modestas cabanas de palha de buriti pelas areias, verdadeiras pousadas de emergência quando o sol está muito forte, além de oferecerem ensopados deliciosos de peixes típicos da região.


As dunas não são muito altas e se movimentam todo o tempo com o vento, dá impressão de estar estendendo um lençol gigante!As lagoas que ficam à beira do Oásis possuem águas claras e quentes, dá vontade de passar o dia todo nelas e à tardinha deitar numa gostosa rede!







Atrações Turísticas
Lagoa da Gaivota - Quem visita a lagoa da Gaivota no começo da viagem corre o sério risco de não querer conhecer as outras atrações dos Lençóis Maranhenses. De bonita que é, a lagoa desperta uma irresistível vontade de gastar ali todos os dias de estada na cidade.
Caburé - Um delicioso refúgio onde o visitante pode tomar banho de mar e tirar o sal do corpo em água doce. Boa opção de pernoite. Existem chalés e boa comida.
Mandacaru - Vila de pescadores onde a maior atração é um farol de 54 metros de altura, de onde se tem um belo visual do parque.
Praias - Ponta do Mangue, Moitas, Vassouras, Morro do Boi, e Barra do Tatu são algumas das belas praias que esperam pelo turista em Barreirinhas. Chega-se de barco a todas elas, partindo-se da sede do município.
Lagoa dos Jacarés - Deixando apenas os olhos para fora d’água, os jacarés estão sempre à espreita e sua presença inibe qualquer idéia de mergulho. Mas os moradores da região, talvez pela necessidade de sustento, parecem não temer os aterrorizantes frequentadores da lagoa Como se não notassem a companhia dos répteis, os pescadores entram na lagoa para estender as redes de pesca.
FONTE: Destinos de Viagens

quinta-feira, 25 de abril de 2013

São Luís do Maranhão: conheça a linda capital maranhense fundada pelos franceses


uma localização precisa e, na dúvida, devido às sanções que ameaçavam os que não teriam respeitado este testamento de Adão - como o chamava ironicamente Francisco I da França - era preferível manter-se distante da zona incerta.

Os sucessores de Colombo, assim como os de Cabral, não se distanciavam das rotas conhecidas, e todo o litoral entre o Orenoco e o Nordeste brasileiro tornava-se um no mans land que somente alguns raros exploradores clandestinos ousavam percorrer.


reprodução site onordeste.com

reprodução do blog: poisoncida.blogspot.com

  
Para incentivar o povoamento do Brasil, o rei João III, de Portugal, dividiu-o em capitanias hereditárias, em 1535. A Capitania do Maranhão, situada mais ao Norte, ele a deu ao tesoureiro - e célebre historiador - João de Barros, que levou muito a sério a sua missão colonizadora. Ao longo de três décadas, ele enviou não menos de quatro frotas com mais de 3.000 colonos, que fundaram a cidade de Nazaré (muito provavelmente na localização atual de São Luís) e três outros vilarejos, sob as ordens de seus próprios filhos, que ali ficaram durante cinco anos (1555-60).

  
A falta de ajuda oficial e o precário conhecimento das rotas marítimas (por causa do Gulf Stream era mais fácil ir de São Luís à Europa do que de São Luís para o resto do Brasil!) contribuíram, pouco a pouco, para o desaparecimento destas colônias. Depois de 1570, enquanto o Brasil já tinha cidades tão ricas quanto Salvador e Olinda, toda a costa do Norte era uma região abandonada à própria sorte.

Este descaso do poder despertou a cobiça dos ambiciosos: traficantes portugueses e espanhóis, corsários holandeses, ingleses e, principalmente, franceses, que vinham todo ano para comerciar com os índios, estabelecendo assim as bases de um contato vantajoso.



Centro histórico, com ruas estreitas na capial

Em 1612, uma expedição francesa comandada por Daniel de la Touche, Senhor de la Ravardière, partia de Cancale (Saint-Malo) na Bretanha, com o apoio da regente Maria de Médicis, para se apossar do lugar (não pela força mas por amor, segundo as palavras do missionário capuchinho Claude dAbbeville) e fundar aqui a França Equinocial.

 
No dia 8 de setembro, foi concluído o Forte e Vila de São Luís, assim nomeado em homenagem ao rei-santo, Luís XIII (alguns anos mais tarde, no lado contrário do Atlântico, na embocadura do Senegal uma outra cidade seria batizada com o nome de São Luís, mas em homenagem a Luís XIV). O fato teve uma certa repercussão e provocou uma crise diplomática, resultando, finalmente, na reconquista do Maranhão pelos portugueses de Pernambuco, em 1615

reprodução site: turismo.culturamix.com

segunda-feira, 18 de março de 2013

Festa Junina no Maranhão


Diferente dos arraiais e festas juninas que estamos acostumados, o Maranhão festeja os meses de junho e julho com a beleza das cores e ritmos do Bumba-meu-boi,Cacuriá e Tambor de Crioula. As festas são realizadas nas ruas e shoppings da cidade de São Luís.

Serão 35 shows com artistas maranhenses, 200 apresentações de grupos folclóricos, além do barracão do forró, para os amantes da festa tradicional, que terá 26 apresentações.O público estimado é de dez mil pessoas por dia de apresentação. OArraial funcionará até a meia-noite durante a semana e até as duas da madrugada nos fins de semana e feriados.


Os Personagens do Bumba-Meu-Boi

Dono da Fazenda: Usa a roupa mais rica e um apito para coordenar a festa. É o responsável pela organização do Batalhão e, em alguns casos, é também o cantador.
Pai Francisco: Vaqueiro, veste-se com roupas mais simples. Sua função é divertir a plateia.
Mãe Catirina: Mulher de Pai Francisco, costuma ser representada por um homem vestido de mulher.
Índias: Mulheres cobertas por penas no peito, mãos e pernas.
Miolo: Responsável pelas evoluções e coreografias do boi
Vaqueiros: Empregados da fazenda. Usam roupas de veludo e chapéus de pena com longas fitas coloridas.
Mutuca: Responsáveis pela distribuição de cachaça a todos os brincantes do bumba-meu-boi, para mantê-los sempre acordados e alegres.
Caboclo de fita: Brincantes enfeitados com chapéus de fita coloridos e que se misturam aos vaqueiros durante a festa.
Caboclo de pena: Homens cobertos por penas e com um grandé chapéu ou cocá que também é feito de penas, representando os homens da tribo nos rituais.



Fotos das Festas e de São Luís do Maranhão:

03 LINDOS Pontos turísticos de São Luís


1. Palácio dos Leões

Localizado na avenida D. Pedro II e atual sede do governo, o Palácio dos Leões é a antiga Fortaleza de São Luís, erguida pelos franceses em 1612. A construção, que foi transformada em palácio em 1615, possui salas decoradas com objetos originados da França e pertencentes aos séculos XVIII e XIX, além de relíquias que pertenceram a família Imperial, como o retrato de Dom Pedro I que enfeita o salão nobre.

Construída no século 17 pelos franceses, a obra passou por diversos nomes, reformas e modificações, chegando ao atual palácio ampliado e de grande importância, concebido após as modificações do governo Magalhães de Almeida (1926 - 1929).

Endereço: Avenida D. Pedro II, Praia Grande.



2. Fonte do Ribeirão

Tombada pelo Governo Federal em 1950, a Fonte do Ribeirão resiste ao tempo e se afirma como um dos mais importantes símbolos afetivos da cidade de São Luís. Ocupando um ponto privilegiado na geografia do Centro Histórico, a Fonte do Ribeirão foi construída há quase 200 anos, por Fernando Antônio de Noronha que, no final do século 18, sucedeu a Leite de Foyos no governo da província.

Endereço: Rua do Ribeirão, Centro.


3. Fonte das Pedras

A Fonte das Pedras foi construída pelos holandeses no século XVII, mas a atual fachada de estilo colonial português é datada de 1832. É tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1963 e há um antigo portão que protege a entrada. A água jorra de carrancas esculpidas em pedra lioz. O local tem importância histórica para a cidade. Foi ali que a tropa liderada pelo comandante português Jerônimo de Albuquerque acampou antes da luta contra os franceses, que eram presididos por La Ravardière, em 1615. Anos depois, em 1641, a água da Fonte das Pedras foi canalizada pelos invasores holandeses, antes deles serem expulsos.

Endereço: Rua da Inveja, Centro.

MAIS UM POUCO SOBRE OS LENÇÓIS MARANHENSE

PRAIAS DO NORDESTE PONTOS TURISTICOS DO NORDESTE PRAIAS DO NORDESTE   PONTOS TURÍSTICOS DO NORDESTE   DICAS DE VIAGEM
Um dos locais mais bonitos do Nordeste é o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. A sensação de ficar no local é a de estar num Oásis. A areia branquinha, as águas cristalinas dão um aspecto mágico ao lugar. Os lençóis ficam localizados a 260 km de São Luís, capital do Maranhão. Você pode chegar à localidade por carro pela BR 135, ou de barco pelo Rio Preguiças.

As cidades históricas também são um capítulo a parte. Salvador é a mais visitada delas. Na capital baiana você pode visitar a Baía de Todos os Santos, o Pelourinho, o Centro Histórico, conhecer o elevador Lacerda, a Igreja Nosso Senhor do Bonfim. A cidade tem praias para todos os gostos. Desde as mais calmas até os mares mais bravos e agitados. Salvador também não deixa a desejar quando o assunto são os restaurantes, baladas e bares.

Outras cidades belas são Recife, Olinda e São Luís. Nelas os ritmos que agitam as comemorações são o frevo e o maracatu, com carnaval de marchinha (Galo da Madrugada) e bonecos gigantes (mais conhecidos são os Bonecos de Olinda). Por isso não deixe de conhecer a cultura local, afinal é imperdível.

A prática de Ecoturismo também está presente no Nordeste. Prova disso são locais como Chapada da Diamantina na Bahia, ou o Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí.

Mas se você deseja fazer um passeio pelas praias do Nordeste, pode usar como transporte o famoso Buggy. Em locais como Porto de Galinhas, o passeio pode ser feito com até quatro pessoas e se inicia no começo da manhã e vai até o fim da tarde. Você terá a oportunidade de passar por várias praias como Maracaípe, Gâmboa, Muro Alto e até passear pelas piscinas naturais de jangada.

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